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Porto Santo, Madeira
Segunda-feira, Abril 20, 2026

> Estratégia de Controlo e Erradicação

A luta contra o escaravelho exige medidas rigorosas e contínuas.

O Município do Porto Santo, o Instituto de Florestas e Conservação da Natureza (IFCN) e outras entidades locais estão a implementar uma estratégia baseada em:
  • Monitorização constante: Colocação de armadilhas e registo do número de escaravelhos capturados.
  • Tratamentos fitofarmacêuticos: Aplicação de produtos específicos por pulverização e endoterapia.
  • Corte e destruição de palmeiras infetadas: As palmeiras em estado irreversível são cortadas e destruídas (queima ou trituração) para evitar a proliferação da praga.
  • Destruição correta dos resíduos: As palmeiras cortadas não podem ser deixadas ao ar livre, pois continuam a ser focos de infestação.
  • Substituição das palmeiras infetadas: As palmeiras comprometidas serão removidas de forma segura e, no seu lugar, serão plantadas novas espécies mais resistentes e adequadas ao ecossistema local ou o transplante de palmeiras saudáveis.
  • Envolvimento da comunidade: Sensibilização e incentivo à participação ativa dos cidadãos para que possam contribuir na luta contra a praga.
Além disso, é essencial continuar os esforços mesmo após o corte das palmeiras doentes, pois os escaravelhos podem continuar a reproduzir-se nos troncos cortados.

Por que é essencial erradicar os escaravelhos da palmeira mesmo após o corte?

A erradicação do escaravelho da palmeira (Rhynchophorus ferrugineus) deve continuar mesmo depois do corte das palmeiras infetadas porque a simples remoção das árvores não impede a propagação da praga. Existem várias razões ecológicas e biológicas que justificam a necessidade de um controlo contínuo e sistemático:
  • Ciclo de Vida do Escaravelho
  • Persistência em Restos Vegetais e Solo
  • Dispersão dos Adultos para Novos Hospedeiros
  • Necessidade de Intervenções Complementares

Por que é necessário abater e destruir as palmeiras mortas?

  • Porque as palmeiras mesmo depois de mortas são autênticos viveiros de escaravelhos que contribuem para o continuado aumento da sua população e ataque a exemplares saudáveis.
  • Com o tempo, a estrutura da palmeira fica frágil e pode tombar, representando um perigo para a segurança pública.
O corte das palmeiras infetadas é apenas uma parte da solução. Sem um plano de erradicação completo e contínuo, a praga pode persistir no ambiente e comprometer a regeneração das palmeiras e a biodiversidade local.

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